Saindo do Dó Sustenido para o Ré Bemol

Foi há alguns anos quando desenvolvia um programa para uso em campo e necessitei de uma interface mais amigável com o usuário.

Conheci a revista Dr. Dobbs – olha que muita gente já lia a PC Magazine – que aguardava mensalmente e comprava na banquinha em frente ao Centro da Praia. Quem me indicou? … Precisa nem dizer, tá junto comigo nesta empreitada aqui.

Estes dias atrás recebo um e-mail do Fred dizendo que o velho Al (Al Stevens, colunista da Dr. Dobbs) tem um site e vejo que o cara, como sempre eclético, também é ventríloquo (além de piloto de avião, programador C e músico).

Fiz os testes e coloquei para funcionar as rotinas que precisava, depois de ver o tal D-Flat, mas usei algumas dicas publicadas num livro do Herbert Schildt, The Art of C.

Hoje, futicando achei um link que explica porquê o produto chamava D-Flat. Veja aqui.

Sei que o tal D-Flat foi um marco para mim, pois aprendi, via modo CUA (texto) a criar e usar janelas e mouse. Acho que posso agora pegar o pacote e tentar criar código com ele para curses.h e ter uma interface (texto) bem interessante no linux.

O caminho indicado pelo Al seria então sair de C# e ir para D- !

{}’s

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3 comentários sobre “Saindo do Dó Sustenido para o Ré Bemol

    1. Ok… mesmo assim:

      D-flat major is a major scale based on D-flat, consisting of the pitches D♭, E♭, F, G♭, A♭, B♭ and C. Its key signature has five flats (see below: Scales and keys).

      Olha o ‘b’zinho lá! :)

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