O malware mais complexo até agora… Flame!

Eis um interessante artigo da WIRED sobre o malware conhecido como “Flame”, classificado pela Kaspersky como o malware mais complexo já feito! (thanks ao amigo @Kl0nEz, do e-secure, pela dica) – clique aqui para ler o artigo.

Dentre outras coisas, o Flame até mesmo ativa o microfone de máquinas com o Skype para gravar conversas; Ativa o Bluetooth de máquinas para disseminação de dados; e tira snapshots de telas/janelas muito usadas! Coisa de filmes de espionagem mesmo… Tenham medo!!! ;)

Segundo o artigo, o Stuxnet levou cerca de um ano e meio para ser totalmente analisado e o Flame é cerca de 20 vezes mais complexo…

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Novidade! Usando a GPU em C/C++ com o OpenACC

… ao estilo do OpenMP. Ví no site de desenvolvimento da nVidia (aqui) uma nova especificação para desenvolvimento de rotinas que exploram paralelismo, inclusive usando a GPU. Chama-se OpenACC.

Através de pragmas você pode dizer ao compilador que parte do seu código vai ser executado nos cores da CPU e/ou nos cores da GPU. Sem ter que usar as funções do OpenCL ou do CUDA. O código pode ficar mais ou menos assim:

#pragma acc kernels
for (i = 0; i < num_items; i++)
  array[i] = array[i+1];

É claro que isso ai é uma super simplificação, mas dá pra dar uma idéia… O loop será compilado para uso da GPU e executado por ela.

Você pode até misturar o OpenMP com o OpenACC! Muito bom isso!

Para ver a especificação do OpenACC, clique aqui.

Fontes… De informação

Utilizo a um bom tempo algumas fontes de informação e em especial a que mais gosto é a do Linux Weekley News.
Hoje, infelizmente, eu não estou mais assinando como fazia no passado.
Mas como a característica daquele site é ser open, uma reportagem disponível para assinantes fica, depois de um certo tempo, liberada para leitura para os “pobres”.
Hoje saiu uma chamada para um assunto que tenho bastante interesse e já falei algumas vezes aqui: orientação a objetos utilizando linguagens sem suporte formal à técnica.
Esta abordagem foi feita no gtk e diversos projetos a utilizam.
Sempre me pergunto, já sabendo de antemão a resposta, o por quê de assim ser feito? As respostas podem variar, mas a minha predileta é a que atribui à melhoria de performance. Mas, existe outra que me estimula explorar melhor a questão: organização e reutilização de código (e projetos).
Sabia que o nosso venerado linux faz esta abordagem, visando performance, mas a organização, pelo menos para quem não tem familiaridade com projetos de envergaduras maiores, é um tanto caótica.
Enfim, lançaram parte 1 deste artigo: Object-oriented design patterns in kernel – bloqueado para não assinantes, até o dia 09/06/11.
Eu, que já anotei na minha agenda, começo a ler na quinta.
Juntar três assuntos – kernel, oo e design patterns – e aprender mais sobre o “core” de um projeto destes? Quem não quer?!
Enquanto isto os “peladeiros” salivam, na iminência do lançamento da “oitava porcavilha” do universo.