Glossário

A
Acoplamento: Acoplamento é uma medida “inter” componentes. Isto é, é uma medida entre componentes de um conjunto. No caso de um sistema é uma medida do relacionamento entre sub-sistemas. No caso de um programa composto de funções, é uma medida do relacionamento entre funções. Os dois espectros dessa medida: são alto acoplamento e baixo acoplamento. Componentes que têm baixo ou fraco acoplamento são considerados mais independentes um do outro. O inverso vale para alto ou forte acoplamento.
Ref externa: [Leite 07] Leite, J.C.S.P.
API: Application Program Interface: Wikipedia – API
Algorítimo: Processo de cálculo.

B

C
Coesão: Coesão é uma medida “intra” componentes. Isto é, procura medir um componente individualmente. No caso de um sistema, mede-se a coesão de cada sub-sistema. No caso de um programa organizado por funções, mede-se a coesão de cada função. A coesão pode ser alta ou baixa.
Ref. externa: [Leite 07] Leite, J.C.S.P.

CAR Conteúdo da parte “esquerda” de um cons, Content of Address Register.

CDR Conteúdo da parte “direita” de um cons, Content of Decrement Register.

CONS: Um ‘cons’ é simplesmente um registrador de dois campos. Estes campos são chamados de ‘CAR’ e ‘CDR’. Estes nomes (estranhos) possuem razão de ser: é que na máquina IBM 704 onde o LISP foi implementado, existiam duas instruções, referidas por estes mnemônicos, que significam “Content of Adress portion of Register” e “Contents of Decrement portion of Register”.
Estes registradores eram duas vezes maiores do que o registrador de endreço, portanto poderiam haver doie endereços em um registrador so you could have 2 adresses in one register. (sizeof(int)== 2*sizeof(void *) ) e os conses – registradores de dois campos – eram implementados usando estes dois registradorea daquela CPU.
Estes objetos são referenciados como (cons) células, conses, s-expression não atômica (NATSes), pares. No jargão LISP, “cons alguma-coisa”, cons tem função de verbo e significa construir um novo objeto com a função (cons x y).
Numa abordagem ruim de orientação a objetos, cons poderia ser equiparado ao “construtor” de um objeto,

No IBM 704 havia um suporte especial para particionar uma palavra de 36-bit em 4 partes, onde uma parte de 15 bit, era o endereço, e outra parte, também de 15 bit continha a parte de decremento e mais duas partes de 3 bit cada, chamada de parte de prefixo e parte de tag.

Nos precursores do LISP haviam também outras instruções

  • car (short for “Contents of the Address part of Register number”),
  • cdr (“Contents of the Decrement part of Register number”),
  • cpr (“Contents of the Prefix part of Register number”), and
  • ctr (“Contents of the Tag part of Register number”),

sendo que cada uma delas usava o endereço como argument, carregava a palavra correspondente na memória e então extraía os bits de acordo com a sua função.

curses: biblioteca que cria um “wrapper” – conjunto de funções facilitadoras de uso – que manipula o conjunto de comandos do terminal, permitindo o uso padronizado, mais eficiente e flexível das funcionalidades do terminal através de sua API.

M
MVC: Model View Controller: paradigma (modelo) de desenvolvimento onde as interfaces entre os três “pólos” devem ser bem estabelecidas, de modo a fazer com o que ocorra no processamento interno destes “polos” fique completamente oculto do mundo externo (encapsulamento) e que toda a comunicação entre eles seja feita via mensagens (chamadas de funções) da API.
A meta é diminuir a coesão entre os componentes do sistema, permitindo assim a sua fácil modificação, desde que se mantenha a mesma interface.
Ref. externa: Wikipedia – MVC

N

ncurses: reproduz as funções do curses, clonando-as e incrementando as suas funcionalidades, inserindo elementos de mais alto nível como formulários, múltiplas janelas, mouse, colors, painéis. Implementando uma forma mais robusta, através de um frawework, permitindo assim mais controle e embelezamento das interfaces construídas. Ex.: Sombreamento, tipos de fontes, etc.

S

Sequência de escape: no tempo dos teletipos, os terminais eram instalados distantes dos computadores e conectados através de cabos seriais. Estes terminais eram comandados (via programação) atavés de séries de bytes e assim se obtinham os efeitos (mover cursor, apagar regiões, rolagem, etc). Estas cadeias de bytes eram as “sequências de escape” que assim se chamavam por serem iniciadas com o código ASCII do ESC. (^[).

Para observar o efeito, digite – em um terminal do linux:

echo "^[[0;31;40;mEm vermelho"

que é a combinação de tecla CTRL+V ESC  seguida da sequencia [0;31;40mEm vermelho.

T

Termcap: mecanismo inventado pelos projetistas do UNIX para lidar com terminais e comandos de posicionamento (sequências de escape). Trata-se de um arquivo que lista todas as capacidades de um terminal em particular e suas “sequências de escape” necessárias para obter determinados efeitos. Ex: Bold, Blink, Underline, etc. Foi substituído pelo terminfo.

Terminfo: base de dados que pode ser consultada para obter-se os caracteres e controle a serem enviados para o terminal ou emulador de terminal e assim obter os efeitos e posicionamento de caracteres nos mesmos.

TUI: Terminal User Inteface. Inteface em modo texto com facilidades similares às da GUI (Graphic User Interface) que provê elementos como menus, janelas, subjanelas, listboxes, pop-ups, etc.

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